Arquivo da categoria: Mudanças Climáticas

foto, vídeo, e-mail. nuvem, cloud. consumo de energia. limpa! será?

a nuvem, não a do céu, mas a que guarda suas fotos, vídeos, documentos, livros e outros tantos arquivos consome energia. muita, por sinal. se fosse um país, as nuvens que guardam todos os dados do mundão estariam em 6º lugar no nível de consumo de energia, conforme o relatório ClickClean do Greenpeace.

e que tipo de fonte essa energia tem? seria ela limpa (tipo clean)? hi-tech?

a resposta é NÃO. essa energia é suja, ela vem de combustíveis não renováveis, da exploração dos bens materiais de forma desenfreada. mas isso pode mudar. e

essa mudança é o cerne de uma campanha do Greenpeace (mundo) desde 2010. assista o vídeo (em inglês e com legenda em inglês ou francês – infelizmente):

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Resultado da pesquisa exploratória “Ativismo e Mudanças Climáticas no Contexto Urbano”

Recentemente, foi liberado o Diagnostico pesquisa exploratória Ativismo e Mudanças Climáticas no Contexto Urbano feito pela Escola de Ativismo sobre atores ligados à mobilidade urbana, resíduos sólidos e infraestrutura urbana em 12 cidades do país.kk

A publicação é bastante rica em termos de atuação dos grupos e dá um panorama geral interessante sobre as formas de ação e a estrutura dos mesmos. Todavia, ela possui poucas informações e indicadores que serviriam para avaliar as respectivas politicas. Penso que esse também não era o foco dela.

Entretanto, se pegarmos os dados abertos que subsidiaram esse relatório em XML, conseguimos encontrar algumas coisas que podem ser úteis na atualização dos levantamentos situacionais d​as cidades participantes.

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A pesquisa passou pelos tipos, temas, formas, processos de tomada de decisão e outros detalhes sobre os mais de 270 grupos pesquisadosdos 790 mapeados.

Duas coisas interessantes nesse relatório sobre bicicletas:

1) Ele tem muitos grupo/movimento e outras formas da organização ligadas à bicicleta. Para mim, isso demonstra que esses grupos estão efetuando um trabalho que tem sido lembrando por outras pessoas. Me parece um bom indicador.

2) O mapeamento coincide em vários momentos(dados) com um que fizemos pela rede do Bike Anjo que teve o foco em organizações/movimentos ligados à mobilidade urbana por bicicletas.

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Outro ponto que chama atenção é avaliação sobre o grau de importância que esses grupos dão à agenda sobre mudanças climáticas. As ONGs (também conhecidas como OSCs – Organizações da Sociedade Civil) são (89%) as que consideram as mudanças climáticas uma pauta altamente relevante. Em associações, coletivos e movimentos, esse número cai para 50%.fdd

Um dado curioso é que quanto mais recursos esses grupos recebem por ano, menor é o grau de importância que eles dão a pauta de mudanças climáticas. Dos grupos com orçamentos de até R$ 1.000,00, 25% entendem que esse tema tem relevância alta. Dos grupos que recebem mais de R$ 500.000,00, nenhum considerou essa agenda como de alta relevância.

Informação interessante: como esses grupos que lidam com mudanças climáticas trabalham. Dentre quatro possibilidades, eles ficaram divididos assim:

16% – Combate à indústria de combustíveis fósseis
28% – Adaptação
38% – Mitigação
18% – Outros

Mais detalhes sobre a pesquisa podem ser encontrados nos documentos que estão neste post grifados em vermelho. O cruzamento dos dados em XML pode render boas análises e contribuir para o planejamento de nossas redes.

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Um vídeo sobre a viagem do monóxido e dióxido de carbono pelo mundo

Para quem que acredita que existe imigrante e emigrante, que as fronteiras são necessárias para manter a tal democracia, que a segregação humana deve se dar por raça, cor, credo, orientação sexual e qualquer outra forma de separar pessoas, veja o quanto a poluição se importa com isso nesse vídeo feito por um ultra, mega, maxi, super computador da NASA.

Com esse computador, cientistas tiveram uma nova perspectiva sobre como o dióxido de carbono (CO2), o gás mais afetado pela ação do homem, viaja pela atmosfera ao mundo afora.

É notável que as emissões de CO2 advêm, principalmente, do hemisfério norte. Durante o verão e a primavera, as florestas e outros tipos de vegetação absorvem quantidades significativas do gás através da fotossíntese e retiram um pouco do gás da atmosfera [é possível ver isso quando as cores vermelha e roxa começam a desaparecer].

Embora as emissões de CO2 sejam superiores no norte, o sul não escapa das emissões de outro poluente, o monóxido de carbono (CO), que é um gás nocivo ao meio ambiente e à saúde humana. Com o vento, esse o CO se espalha por todo o mundo. Essa mistura de CO2 e CO têm contribuído para o aumento da temperatura no mundo.

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