Declaração de voto – de amor – nas eleições de 2018

Eu 2014, passei aqui para dizer porque não votar no neto do Tancredo.

Em 2018 as coisas pioraram. Venho na obrigação ética de me posicionar. Pois.

Eu nunca imaginei, como boa parte das pessoas que eu mais amo e convivo, que eu veria a possibilidade real de uma derrota civilizatória no país que eu vivo. E eu, que experimentei outros lados do mundo, não tenho pretensão alguma de abandonar o Brasil.

Nacionalista, eu? Jamais. Tenho pavor de toda e qualquer manifestação nesse sentido, em especial aquelas materializadas em camisas amarelas com o logo de uma das mais corruptas das instituições brasileiras.

Mas não é sobre negações que eu quero falar. É sobre possibilidades reais de mudança. É sobre como cada um e cada uma de nós tem sua identidade estruturada e desenvolvida pela política cotidiana das ruas e dos territórios, às institucionalidades, quer você queira ou não.

Nascido e criado na tradicional família mineira, no meu destino não haveria sombra sobre o futuro. O caminho traçado para mim era perfeito, especialmente pela minha base social vir com o pacote quase completo de privilégios: branco, hétero, letrado, classe média, morador de territórios bem servidos de equipamentos públicos e privados. Mais que isso: eu tinha um futuro traçado. Estudar, ter bens, ser um machista convicto (eu sou, mas a convicção é de que preciso me desconstruir em cada ato cotidiano, em cada relação social, em cada período temporal), um cristão devoto, alguém que não se importa com aquelas pessoas em situação de rua, ter uma esposa que me serviria, filhos lindos e o resto do pacote. Um verdadeiro vencedor no capitalismo!

Acabei me desviando do caminho inicialmente socialmente traçado para mim (obrigado às envolvidas e envolvidos nisso), quando comecei a entender que aquelas palavras jogadas ao vento nos almoços de família tinham mais significado que o simples ato de dizê-las:

Ah…aquele pretinho safado! Cara de ladrão.
E aquela empregada com uma bunda gigante? Gostosa!
Viadinho, deve dar o rabo!
Lugar de mulher é na cozinha mesmo!
Fulana (!!!), traga a cerveja e o tira-gosto!
Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher!
O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, Mas livrai-nos do mal.

E eu, nos meus 12-15 anos, afastado da vida social que me esperava, por uma ginecomastia que durou mais que eu poderia suportar psicologicamente, comecei a descobrir – e ainda estou descobrindo – que o que eu amava mesmo eram outras coisas. Era a literatura aleatória, era a bola com a molecada da rua, era andar de bicicleta com eles, viver o espaço público com pessoas que me convidariam a repensar sobre outras vidas possíveis. Ouvia deles os casos de que a PMMG invadia suas casas, batia em seus pais e neles, violentavam suas mães e irmãs e saiam com as mãos abanando. Era quase como se alguém me contasse sobre com era a vida na Lua. De cá, era só imaginação. Isso nunca me aconteceu. Possivelmente jamais acontecerá.

Querendo eu ou não, a minha conformação como sujeito foi dada há séculos atrás e tem sido reforçada diariamente por uma série de instituições e pelo território, pelo tempo, pelo espaço em que vivi. Em que vivo.

Esse post é para dizer que eu acredito que, sim, é possível que esse país rume para outro lugar do que o que ele está agora e do que o Coiso apresenta. Esse lugar é mais agradável, mais correto, mais justo, mais democrático, mais sustentável (sim, eu me importo com isso), em que as diversidades são RADICALMENTE respeitadas, em que as mulheres é que dirão o que elas farão com seus corpos (e não nós, homens). Em que os homossexuais amarão quem bem entenderem entre quatro paredes e nas ruas (como nós, héteros fazemos desde sempre). Em que as trans e toda a gama de possibilidades (que eu desconheço e nem arrisco a citar) terão direito de se assumirem como quiserem. Em que os negros e negras terão direito a circularem por aí, livres de (pré e pós) julgamentos, sem tomar tiro de bala achada. Em que quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais terão suas terras e direitos reconhecidos. Em que todas as pessoas, independente de quem seja, terão a construção dos seus sujeitos baseadas, desde a sua concepção, passando pelo nascimento e criação, em oportunidades de fato iguais para todos e todas. Em que as conformações das capacidades e funcionalidades de todo ser humano sejam dadas por condições minimamente justas e equânimes. Em que os capitais físicos e humanos de cada sujeito desse país tenham possibilidades igualitárias de desenvolvimento, pelo bem da conformação do capital social das nossas redes relacionais.

Por acreditar, ter vivido e viver essas possibilidades reais de transformação do (meu) eu, é que eu quero dizer mais umas coisinhas.

Algumas pessoas fazem declaração de voto em suas redes sociais. Eu farei a minha, mas não é (só) de voto. É de amor. É de história de vida, de militância, de luta, de companheirismo, de construção coletiva, de NÓS. É de afeto, de carinho, de olho no olho, do que eu sou, do que eu fui e do que eu quero ser. É sobre uma outra política que é possível – e já está sendo.

Ano de 2009. Marcio Lacerda assume a Prefeitura de Belo Horizonte e, de outro lado, o Movimento Nossa BH inicia seu primeiro ano de vida. Esses dois momentos políticos, totalmente desconectados entre si, têm fundamental importância para minha vida.

O primeiro, ter Lacerda como Prefeito, contribuiu para eu conhecer movimentos sociais em Belo Horizonte. Movimentos esses que faziam exatamente o que eles fazem: movimentam as ruas de Belo Horizonte. Mais que isso, eles o faziam com festa, alegria, com celebração, com a certeza que colocar os nossos corpos nas ruas já era, por si só, um ato político contra a privatização dos desejos, contra a pasteurização das formas de agir, contra a homofobia, o racismo, o preconceito de classe, contra o ódio e a violência institucional.

No meu envolvimento com o segundo ponto, o Nossa BH, trombei com uma das figuras mais lindas e incríveis que já conheci na vida. Figura essa que, com outras tantas, me apresentou uma Belo Horizonte que aquele meu futuro preciso, lindo, perfeito, jamais me apresentaria: a BH das quebradas, das festas de rua, da cultura pulsante, da celebração, do abraço (que eu nunca soube dar, por conta do afastamento que a ginecomastia) da resistência na micro e macro política, do desejo radical de ser livre, de não ser cercado, literalmente, pelos muros erguidos pela sociedade que tem medo do outro, do diferente, do que pode ser, da mudança.

Essa figura, que eu amo, que eu abraço com amor, carinho, afeto, admiração e desejo chama-se Rafa Barros, ou Rafa, como sempre o chamei. Ele é candidato a Deputado Estadual e tem meu voto. Por quê? Porque ele não é crença em mudanças. Ele é a mudança. Porque ele não é candidato heróico do futuro. Ele tem passado e é candidato do agora. Porque ele não é do NOVO, mas ele é o que há novo para uma vida plena, para o bem-viver: ele é diversidade, é alegria, é festa, é celebração, é suavidade, é Carnaval de rua, é firmeza, é quilombo, é congado, é pão de queijo, é cachaça, é catuaba. É das Minas, das Muitas.

Ano 2016, diversos coletivos de Belo Horizonte resolveram, como os Provos – que eu admiro muito – em Amsterdã, na década de 60, ocupar partidos políticos (até hoje, no Brasil, só se pode ser eleito por meio dos partidos políticos) para fazer a disputa também nas esferas institucionais. Ou seja, a estratégia seria manter a luta na rua e transborda-lá para dentro do legislativo municipal. Ao final, fomos mais de 100 pessoas filiadas ao PSOL – o partido que mais se aproxima de tudo o que eu acredito.

Lá, tive a oportunidade de conhecer Áurea Carolina. Mulher negra, da cultura, do hiphop, das juventudes, feminista, do veganismo, da e de luta. Forte, monstra (!!!), coerente, mestra, transparente, inteligentíssima, guerreira, um incômodo forte na vida dos que lutam contra ela (problema deles. Seus).

Em alguns botecos, convenções do PSOL e outros momentos, Áurea me ensinou a ser um humano mais leve, mais suave, com mais tranquilidade para fazer o que eu desejava. Me ensinou tantas coisas, com olhares, gestos, discursos (ah..como ela é genial nisso!), com sorrisos.

Em 2016, Áurea ganhou o status de nada menos que a vereadora mais votada da história de Belo Horizonte, tendo conseguido mais de 17.000 votos (incluindo o meu!). Em 2017, ela participou do maior evento sobre bicicletas do Brasil, o Bicicultura, e fez muita gente chorar e se sentir mais viva, com uma fala incrível sobre a importância do fortalecimento, da união e do intercâmbio entre os movimentos sociais locais e uma agenda nacional, para o alcance das mudanças desejadas. E foi isso que ela fez e está fazendo. Agora, é hora de Áurea ir fazer a conexão com outras resistências Brasil afora.

Áurea ainda será prefeita de Belo Horizonte, com certeza absoluta, mas por enquanto leve Minas, no teu coração, nas tuas lutas, no seu corpo, para dentro da Câmara. Seja luz, naquele espaço sombrio. Seja quente, naquele lugar frio. Seja amor, naquele espaço de ódio. Seja paz, em meio à violência. Seja tesão, em meio ao desencanto. Seja você!

Áurea e Rafa estão lutando por muito do que, num processo complexo, dolorido e contínuo, aprendi – e ainda aprendo – a acreditar, a lutar por. É por essas e outras que eu vou, se vocês me chamarem. Eu vou onde vocês me chamarem, sempre!

Obrigado, do fundo do meu coração! Vamos juntas!
Amo vocês!

Do outro lado, tão triste quanto saber que, sim, existe a possibilite aterrorizante de um camarada “em cólera”, como disse o jornal francês, de direita, Le Figaro, “liquidar a democracia”, como disse o jornal francês Libération, é ter constatado que pessoas que fizeram parte da minha construção como sujeito, do meu capital humano, se viram confortáveis em assumir posições fascistas.

Quisera eu que essas pessoas soubessem o que a violência, o ódio, a intolerância do fascismo significaram e significam para o mundo, e para mim. A história lhes fará pedir perdão, não para mim, mas para as pessoas que você insiste em ignorar, mal tratar, desfazer, menosprezar. Mas aí é uma questão entre você e sua consciência. Boa sorte.

Esse texto, certamente com muitos erros e preconceitos, sou eu. Ele me localiza no tempo, no espaço. E no lado da história que eu optei seguir. E para onde eu quero ir.

Para quem interessar, minha colinha:

Dep. Estadual: Rafa Barros Tcha Tcha 50013
Dep. Federal: Áurea Carolina 5018
Senado: Duda Salabert 500
Senado II: Dilma Rousseff 133
Governadora: Dirlene Marques – 50 (professora!)
Presidente: Fernando Haddad 13 (adoro!)


PS1: sobre o neto do Tancredo:https://www.facebook.com/glct01/posts/10204737050776388

PS2: se você ainda acha que o Coiso é o melhor candidato, vai aí um desfile de notícias do mundo inteiro sobre o quão nocivo esse monstro é para o país, para o mundo. A seleção foi feita por outra pessoa.

ALEMANHA


ZEIT
Um Fascista Se Apresentando Como Homem Honesto
https://bit.ly/2y7Gskf
Der Spiegel
Jair Bolsonaro – ascensão de um populista de direita
https://bit.ly/2OzW22k
Frankfurter Allgemeine
Alerta vermelho para democracia
https://bit.ly/2Qr2YMC
Sueddeutsche
O demagogo do deserto é de repente uma nova estrela política no Brasil.
https://bit.ly/2DOTU2E
Deutsche Welle
Analistas alemães veem democracia no Brasil em risco
https://bit.ly/2IuN7Km
Handelsblatt
O fascista popular. Até agora, os políticos brasileiros são considerados corruptos e ineficientes, mas ideologicamente flexíveis e educados. Isso mudou com Jair Bolsonaro – o populista poderia até se tornar presidente. Uma história mundial.
https://bit.ly/2Iy10aB

ARGENTINA
La Nacion
Linha dura e Messianismo: Bolsonaro, o candidato mais temido, se lança para a presidência.
https://bit.ly/2ya60NR
El Clarín
Jair Bolsonaro: militarista, xenófobo e favorito para a eleição brasileira
https://clar.in/2y7zImH

ÁFRICA DO SUL
The Star
Mulheres brasileiras marcham contra ‘formas misóginas
https://bit.ly/2NiZnOO
ÁUSTRIA
Die Presse
Ex-Presidente Detido e o Trump Tropical
https://bit.ly/2NiHgIG

AUSTRALIA
News.Au
Seria este é o político mais repulsivo do mundo?
Pensando que Donald Trump é ruim? Conheça o possível presidente brasileiro cujas crenças repulsivas chocaram o mundo.
https://bit.ly/2IwRrIO
The Australian
Conheça o Candidato que é um risco a democracia
https://bit.ly/2xVQdCN
The Sydney Sunday Herald
Por que alguns no Brasil estão se virando para um explosivo candidato de extrema-direita para o presidente?
https://bit.ly/2E09LvA

CHILE
EL MERCURIO
“Bolsonaro assusta com soluções simplistas e autoritárias”
https://bit.ly/2OuWDSV
LA TERCERA
“Bolsonaro conseguiu captar o sentimento de revolta no Brasil”
https://bit.ly/2xU0sYj
LA CUARTA
Jair Bolsonaro: O Trump do Brasil.

ESPANHA
El País
Bolsonaro é um Pinochet institutional para o Brasil
https://bit.ly/2DAJgfG
El Mundo
Lider Polemico. Bolsonaro: o candidato racista, homofóbico e machista do brasil.
https://bit.ly/2xYOzj4
La Vanguardia
Bolsonaro: o Candidato Ultradireitista que canalizou a insatisfacao no Brasil
https://bit.ly/2Iy2UIh
El Confidencial
Jair Bolsonaro: o “Le Pen tropical” que pode ser o próximo presidente do Brasil.
https://bit.ly/2P9ETtH

ESTADOS UNIDOS
Revista Time
Jair Bolsonaro ama Trump, odeia pessoas gays e admira autocratas. Ele poderia ser o próximo presidente do Brasil
https://ti.me/2wjfg16
Fox News
Um olhar sobre os comentários ofensivos do candidato brasileiro Bolsonaro
https://fxn.ws/2O0QMFI
HuffingtonPost
Jair Bolsonaro e o violento caos das eleições presidenciais no Brasil
https://bit.ly/2zNnod4
Washington Post
Um político parecido com Trump no Brasil poderia ter o apoio de um poderoso grupo religioso: os evangélicos
https://wapo.st/2Rk6tFZ
The New York Times
Brasil flerta com um retorno aos dias sombrios
https://nyti.ms/2xsXSYv
Americas Quarterly
Ditadura militar iminente no Brasil?: Ganhando ou perdendo, a ascensão de Jair Bolsonaro colocar em perigo a jovem democracia brasileira.
https://bit.ly/2OWpYCW
Financial Times
O “trágico destino” brasileiro de uma rebelião antidemocrática surge novamente:
A raiva pública contra uma elite corrupta poderia precipitar outra revolta
https://on.ft.com/2DRGxyO

FRANÇA
Le Figaro
Brasil nas garras da tentação autoritária
https://bit.ly/2vqsb0S
Le Monde por Rádio França Internacional RFI
Trump tropical, homofóbico e machista
https://bit.ly/2zMhaKL
Liberation
No Brasil, um ex-soldado para liquidar a democracia
https://bit.ly/2P9qIEZ

HOLANDA
Der Volkskrant
Centenas de milhares de mulheres no Brasil nas ruas contra a extrema direita: “Ele nunca!”
https://bit.ly/2DQvPsj
ÍNDIA
India Express
Deixe a polícia matar criminosos, diz o candidato presidencial do Brasil, Jair Bolsonaro
https://bit.ly/2NiJdFd

ITÁLIA
La Republica
Bolsonaro, líder xenófobo e anti-gay que dá o assalto à Presidência do Brasil
https://bit.ly/2Qrb73H
Corriende della Sierra
Um pesadelo chamado Bolsonaro
https://bit.ly/2zNdkRF

MÉXICO
La Jornada
Bolsonaro: O candidato Imprevisível
https://bit.ly/2OD93sh
Milenio
Bolsonaro, o Neofascista que seduz o Brasil
https://bit.ly/2zNQjhl
El Universal
Militar de ultra-direita: um voto pelo passado?
https://bit.ly/2P6jjWO

MOÇAMBIQUE
O País
Bolsonaro que lidera sondagens de intenção de voto no país com a preferência de 27% dos eleitores terá irritado muitos brasileiros com comentários percebidos como sexistas, racistas e homofóbicos.
https://bit.ly/2DQlP29

PERU
La Republica
Brasil resiste:a promessa autoritária de Bolsonaro é desafiada pelas mulheres.
https://bit.ly/2zFQ0Vy

ÁFRICA DO SUL
The Star
Mulheres brasileiras marcham contra ‘formas misóginas
https://bit.ly/2NiZnOO

PORTUGAL
O Público
Bolsonaro, o jagunço à porta do Planal
https://bit.ly/2xXbM5Y
Diário de Notícias
Jair Bolsonaro é perigo real no Brasil e segue passos de Adolf Hitler
https://bit.ly/2yaPMUz

POLONIA
Gazeta Prawna
Trump brasileiro e outros. Escândalos de corrupção abrem caminho para o poder dos populistas
https://bit.ly/2xWanga

QATAR (MUNDO ÁRABE)
Al Jazeera
Milhares de Mulheres protestam contra Bolsonaro
https://bit.ly/2RhJjQF

REINO UNIDO
The Economist (CAPA)
A mais nova Ameaça na América Latina
https://econ.st/2OuXKlO
The Times
Jair Bolsonaro, populista “perigoso” promete tornar o Brasil seguro
https://bit.ly/2uxPG8p
The Guardian
Trump dos trópicos: o candidato ‘perigoso’ que lidera a corrida presidencial do Brasil
https://bit.ly/2qKHkYA
The Telegraph
Dezenas de milhares dizem “ele não” ao principal candidato do Brasil
https://bit.ly/2qKHkYA
The Economist
Brasília, nós temos um problema
O perigo representado por Jair Bolsonaro
https://econ.st/2vxMFWu

SUÍCA
Neuen Zürcher Zeitung
O Faxineiro Racista do Brasil
https://bit.ly/2QoJTdW

 

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